Meus melhores textos

Um índice para os meus artigos favoritos aqui no Medium.

Este texto será atualizando de tempos em tempos ❤

Tales na mistura de sono com atenção :)

Comunicação compassiva ou não-violenta

17 coisas que aprendi com a Comunicação Não-Violenta no curso do Dominic Barter — “O primeiro ponto que é sempre necessário esclarecer sobre comunicação não-violenta é que não se trata de falar mansinho, baixar a cabeça e evitar conflitos. É exatamente o contrário: reconhecer o que faz sentido para nós e lutar para que haja mais vida.”

Você quer conversas melhores? Então comece a usar essas perguntas — “Você já deve ter passado por isso: ao conhecer alguém, a primeira pergunta que a pessoa faz é com o que você trabalha. Em geral, esse trabalhar na verdade não quer saber onde você investe sua energia e sim como você faz dinheiro.”

Um ensaio sobre autoestima — “Tem sido um trabalho contínuo esse de me fazer acreditar que tenho valor e que sou digno de coisas boas. Ter autoestima. Pelo que estou entendendo, será um trabalho para a vida toda.”

48 aprendizados para uma vida compassiva — “O objetivo de uma prática mais compassiva é criar vidas mais maravilhosas para todos, com mais conexão e escolhas.”

Escrita criativa

Como fazer a revisão de um texto — “Arrisco dizer que a habilidade mais importante para um escritor não é a de elaborar metáforas complexas e criativas, tampouco a de conduzir a escrita com uma voz autêntica, mas sim a de fazer a revisão e edição do próprio material.”

Quer escrever uma boa história? Faça um mapa da narrativa — “Escrever uma história sem planejar é como viajar sem mapa. É super possível, é provável que vivamos experiências incríveis e vejamos cenários fabulosos, mas no final do dia teremos uma coleção de cenas e vivências separadas e não uma linha que nos leve de um ponto a outro.”

Para ler como quem escreve — “Ler com pressa é desperdício da potência de um texto.”

Como incluir minorias nas suas histórias — “Ainda assim, quando encontro personagens LGBT em filmes, a tendência é que eles sejam estereotipados, sirvam apenas como tipos humorísticos ou para sofrer por rejeição, violência e desencontros. Isso é reflexo da nossa cultura machista, homofóbica, transfóbica, racista, elitista…”

Seis passos para começar o hábito da escrita — “Acredito que a maior parte dos escritores que alcançam sucesso não o fazem por qualidade de escrita, mas sim porque de fato escreveram alguma coisa e persistiram escrevendo, mostrando às pessoas seu trabalho, colhendo impressões e escrevendo ainda mais.”

Encontrei um jeito fácil de burlar a procrastinação — “Nesses tempos de gratificações instantâneas e distrações em LED, dedicar-se é um desafio. É um pouco como Sísifo, condenado a subir uma rocha montanha acima mesmo sabendo que ela rolará para baixo no final das contas. Todo escritor é um Sísifo enfrentando sua própria energia, disciplina e dedicação — que no final sempre falharão.”

Um exercício fascinante que escritores podem aprender com desenhistas — “O caminho da maestria em qualquer arte é o mesmo. Tanto faz se é a escrita, o desenho, a dança, a pintura, a encenação, o que for.”

Você escreve como um amador ou como um profissional? — “Meu trabalho também me leva a ler muito sobre aprender a escrever, tanto em português quanto em inglês (e às vezes traduzo alguns textos que acho bacanas). Em geral, nos textos que leio, dois conselhos se destacam: ler muito e escrever muito. O problema é que esses conselhos, embora bem intencionados, são insuficientes.”

Como escrever um livro em duas horas — “Resumo para os apressados: coloque uma turma de pessoas interessadas em contato com alguém ousado o suficiente para propor o desafio.”

Jogos e gamification

Pequeno manual para o jogo da vida — “Já que viver é basicamente resolver problemas o tempo inteiro (estou com fome, o que faço?; estou sem dinheiro, o que faço?; estou carente, o que faço?…), o que diferencia vida de jogo nesta definição é apenas a abordagem brincante.”

Por que as pessoas desistem? — “Como cuidar das pessoas que desistem? Essa é uma preocupação porque eu sou uma dessas pessoas que, frente a adversidades, paralisam, travam, sentem medo e desistem mais cedo do que gostariam.”

Do jogo pra vida: mais motivação — “Jogos são construídos para produzir engajamento e prender a atenção das pessoas por meio da diversão. Quando falamos na Vida Real, assim com iniciais maiúsculas, parece que não há espaço nem para a diversão, nem para a atenção plena, quanto mais para o engajamento.”

Do jogo pra vida (2): ganhar experiência — “Eu sou narrador de RPG desde criança e sempre observei algo mágico que acontece nos jogos: as pessoas não ficam paradas. A razão disso é bem simples: uma sessão de RPG dura de três a seis horas e a história só avança se os personagens estiverem fazendo alguma coisa.”

Cansou? Tome uma poção de energia instantânea — “Nos jogos é possível tomar uma poção de energia para continuar se aventurando; na vida real, às vezes uma dose de açúcar até pode ser útil (temporariamente), mas prefiro modificar o ambiente em vez de ingerir docinhos (inclusive porque não sou muito fã de doce e porque a queda de energia depois do pico é ainda maior).”

Relacionamentos

Amor entre aspas — “Uma das declarações de amor mais fofas que alguém pode fazer é “eu não consigo viver sem você”, certo? O que pode ser prova maior de amor do que essa entrega de corpo e alma a outra pessoa? Certo? Não, errado. Erradíssimo!”

Amor no CreativeMornings — “Embora todos ali parecêssemos felizes, bonitos e alinhados, a vida é uma montanha-russa fluida e descontrolada. Ela vai mudar, aceitemos ou não. Quando entendemos o amor como algo que podemos exigir dos outros — nem que seja para justificar nosso próprio afeto –, então é certeza que nosso carrinho sairá dos trilhos.”

Educação

Os professores que eu não quero ser — “Muito do que faço, aprendo copiando gente incrível que encontro pela vida.Se tem uma dinâmica legal, copio. Se tem um método bacana, copio. Se fala uma frase inteligente e que mexe comigo, copio. Acontece algo parecido com os professores que eu não quero ser, mas ao contrário.”

Quais são as condições necessárias para matar alguém — “Um ambulante foi espancado até a morte na estação Dom Pedro II do metrô em São Paulo. Dizem as notícias que ele interveio quando dois caras estavam batendo em uma travesti e se tornou o alvo das agressões. Um desses caras disse: “eu não sou má pessoa”.”

Oficina de carinho — “Na minha formação como ser humano, poucas foram as oportunidades de aprender o estima por mim e pelos outros. Ainda assim, hoje percebo que estimar-se é uma das habilidades essenciais para navegar esse mundo complexo no qual existimos.”

Vamos criar uma Escola pra Vida — “Tenho o sonho de criar uma Escola pra Vida. É uma ideia antiga, motivada pela noção de que começamos a viver sem manual e muitas vezes tropeçamos para aprender sequer o básico. Nesta escola, pessoas terão a oportunidade de experimentar práticas importantes para viver bem, cuidando do trabalho, do lazer, do amor e da saúde.”

Aikido

Por que eu treino Aikido — “Toda aquela novidade era incrível, eu estava aprendendo uma nova linguagem do corpo. Como andar, manter o equilíbrio, segurar outras pessoas, manter uma distância conectada, ficar atento aos arredores, cair sem me machucar.”

Aikido, tradição e inclusão — “A sensei responsável pelo dojo, em respeito a uma certa tradição de hierarquia, disse-me que para treinar lá eu precisaria levar uma carta de desligamento do dojo onde já pratico. Sob a ótica dela, preciso escolher um único caminho para seguir.”

Sexualidade

Pânico moral: criança interage com um homem pelado — “Aconteceu por esses dias em uma exposição do Museu de Arte Moderna, localizado no Parque Ibirapuera, em São Paulo. Uma mulher e uma criança foram gravadas interagindo com um homem nu deitado de costas no chão.”

Pais e filhos pelados no banho, pode? — “Você viu o novo escândalo da vez? Agora é sobre um pai dando banho na filha numa banheira, estão chamando-o de pedófilo.”

Vida cotidiana

Aquela sensação esquisita de ser uma fraude — “Imediatamente me perguntei o que estava fazendo lá, quem eu pensava que era para estar no meio de tanta gente qualificada. Eu só podia ser uma fraude e logo me descobririam.”

85 coisas que aprendi em 2015 — “Eu tenho um hábito: sempre que aprendo algo legal, escrevo a respeito. Faço isso porque não confio na memória para guardar tudo o que me ocorreu de importante.”

Como aprendi a abraçar — “Três segundos, cinco segundos, depois sete segundos, poucos foram os abraços que duraram mais do que um toque rápido e constrangido. Talvez fosse também necessária uma palestra sobre a arte do abraço.”

Por que voltei a ser estagiário aos 30 anos e o que aprendi com isso — “Ano passado, voltei a ser estagiário. Eu tinha vergonha de falar sobre isso, como se fosse uma mancha no meu currículo. Tanto que, enquanto pessoa pública, nunca havia escrito sobre isso em nenhum lugar. Tampouco pretendia escrever, fique claro.”

O segredo das pessoas interessantes — “Somente agora, anos depois, consigo olhar pra trás e entender o que estava acontecendo. Quando eu me interessava por alguma coisa, outras pessoas gravitavam ao meu redor.”

Um olhar não-violento para uma vida mais livre, honesta e conectada. Criador do Ninho de Escritores, da Oficina de Carinho e do Jogo pra Vida.

Um olhar não-violento para uma vida mais livre, honesta e conectada. Criador do Ninho de Escritores, da Oficina de Carinho e do Jogo pra Vida.